1. Noemi Uzeda León 

Formada pela UFRJ em viola e em regência, foi integrante da Orquestra Petrobras Sinfônica desde 1987 até 2015.

Entre 1980 e 1983, foi professora de violino e de viola no Instituto de Formação Integral Eduardo Laredo (Cochabamba/Bolívia), bem como regente da Orquestra de Câmara da mesma instituição.

Em 1995, assumiu o cargo de professora na Escola de Música Villa-Lobos no Rio de Janeiro, onde hoje também foi regente da Orquestra Infantil.

Desde 2003, foi supervisora de ensino musical e regente da Orquestra de Violinos do Centro Cultural Cartola, no Rio de Janeiro.

Entre 2005 e 2010, foi consultora de Educação Musical junto à Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB).

Em 2006, foi convidada como orientadora de cordas no Núcleo Musical da Gamboa, no Projeto Acorde da OSB.

Também em 2006, iniciou sua colaboração como orientadora e regente da Orquestra VALE Música no Moinho Cultural Sul-Americano, em Corumbá-MS.

De 2008 a 2014, foi coordenadora técnica e regente da Orquestra e Coro Infantil Maestro José Siqueira (Rio de Janeiro).

De 2010 a 2014 foi coordenadora de música da Escola de Artes Moinho Cultural Sul-Americano, em Corumbá-MS.

 

2. Pérola Bonfanti
Formada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, em Bacharelado em Música Popular Brasileira, Pérola Bonfanti dedicou-se igualmente ao estudos das artes visuais na Escola de Artes Visuais Parque Lage e outras instituições como a própria UNIRIO, onde cursou Cenografia por dois anos. Investindo em colaborações multimídia e desenvolvendo projetos interativos de arte urbana apresentou os 13 Portais em East Village, Nova Iorque, em colaboração com a artista Nicolina Tyler e o coletivo Free Art Society no ano de 2013.
Em 2014, Bonfanti apresentou o jogo-arte 4 Ases criado em colaboração com os artistas Nicolina Tyler, Zel Nonnenberg e Marília Vasconcellos para a cidade de Viena, envolvendo o Museu Albertina juntamente com outros institutos do Hofburg.
Em 2015, ela deu a palestra Urban Art Game no Gamification Lab da Universidade Leuphana e apresentou o web-art-game Nothing Remains Unseen no festival de cultura digital DiGRA, Alemanha. Ainda em 2015 apresentou a palestra Site Specific Urban Art Game na Universidade Alpen-Adria, Klagenfurt, Áustria, e o workshop Vivências Criativas e Interterritorialismo no encontro global Emergências, patrocinado pelo MinC, Ministério da Cultura, no Rio de Janeiro.
Em 2016 e 2017 ministrou o curso Designing an Urban Art Game em parceria com Niki Meixner ao longo de dois semestres da Universidade Alpen-Adria, que desenvolveu o jogo urbano Tides of Time para o festival de arte de verão de Klagenfurt da UNIKUM.

 

3. Polyana Albergaria-Wolters
Urbanista, apaixonada por música, cidades, mapas e transformação social. Gestora de projetos em desenvolvimento urbano e cultural, com experiência em organizações privadas e sem fins lucrativos, no Brasil, Quênia, Inglaterra, Alemanha e Índia. 

 

4. Thiago Amud
Compositor, cantor e arranjador. 
Acredita na Música. 
Já gravou quatro discos e produziu outros tantos. 
Tem tantos projetos que começou a temer a desaparição e o sono.

“Fiquei deslumbrado quando ouvi, já faz mais de ano, "De Ponta a Ponta É Tudo Praia Palma", o álbum sebastianista, transtropicalista e Thiago Amud. Com certo atraso, falei disso em entrevista a jornal. Uma noite, indo ao estúdio de Kassin, um rapaz que estava sentado no chão do Áudio Rebel com um amigo me chamou pelo nome: "Eu sou Thiago Amud". Fiquei feliz mas não tinha tempo de parar ali para uma conversa.

Este ano, antes de ele gravar seu "Cinema que o Sol Não Apaga" (que me traz de volta o tempo em que ia a vários cinemas no mesmo dia, saindo das salas muitas vezes com um filme que o sol da Bahia não conseguia ofuscar), nos encontramos e temos conversado. Ele escreve letras incrivelmente bonitas e melodias desconcertantes amparadas por orquestrações complexas e bem-compostas, escritas por ele mesmo (modernas, inteiradas do que tem acontecido com a música, mas principalmente sentidas fundo e muito pessoais).”
Caetano Veloso